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Bem Vindo ao Blog da Delegada

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Jornal diz que John Travolta trai mulher com outros homens

Link: http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1616822-9798,00-REVISTA+DIZ+QUE+JOHN+TRAVOLTA+TRAI+MULHER+COM+OUTROS+HOMENS.html

Segundo o 'The National Enquirer', ator teria mantido caso com outro homem por mais de uma década e frequentaria saunas gays.

ywood teria traído sua mulher, Kelly, com quem é casado há 19 anos, com outro homem. Segundo o jornal "The National Enquirer", que teve acesso a um livro escrito por um homem que frequentava saunas gays em Los Angeles, ele estaria tendo caso com homens há anos.

"Ele trai a mulher há anos. Quando os detalhes forem revelados, este escândalo vai fazer Tiger Woods parecer um santo", diz Robert Randolph, autor do livro.

Segundo o jornal, Robert passou por um detector de mentiras durante a entrevista. O rapaz diz que vinha tendo relações sexuais com o ator há mais de dez anos e teria o encontrado há alguns meses.

“Eu o conheci em 1998, depois que ele casou com Kelly. Pra mim, esse casamento é a maior fraude porque John gosta de caras. E tem transado com homens sem que a mulher saiba. Ele me procurou inúmeras vezes. Ele é um garanhão. E é feio isso, porque a mulher dele parece uma pessoa tão fofa", diz.

De acordo com Robert, a "vida secreta" de John é um fato conhecido por todos em Hollywood. "Ele não se importa em ser visto. Hoje em dia, ele tem ujm caso e eu sei que também pega outros. Ele deveria sair do armário e parar de viver uma mentira. Sua mulher merece coisa muito melhor".

Fonte: EGO/Noticias

Ator global participa da 9ª Parada Gay de Feira de Santana

Link: http://minhanoticia.ig.com.br/editoria/Celebridades/2010/08/30/ator+global+participa+da+9+parada+gay+de+feira+de+santana+9576181.html

Alegria, conscientização, protestos, música e cores, muuuuuitas cores. Todo esse colorido marcou a 9ª Parada Gay (GLBT) de Feira de Santana e o Blog do Kuelho esteve lá fazendo os cliques mais extravagantes do evento.

Observamos que a cada ano mais pessoas vêm pra Parada Gay dar a sua contribuição contra o preconceito, que ainda é grande na sociedade principalmente contra gays e lésbicas. "As pessoas respeitam e apoiam mais a mobilização”, observou Rafael Carvalho presidente do GLICH -Grupo Liberdade Igualdade e Cidadania.

Trios com DJs animaram a todos que concordavam com o lema do Grupo, organizador do movimento: “Todo mundo é normal, só o preconceito que não é legal”.

Presença forte na parada deste ano, a vereadora Leocret, com sua energia e simpatia, animou o trio principal da festa.

Em meio à multidão que acompanhava os trios estava George Sauma, o Tatalo de "Toma lá dá cá" e um dos atores principais do elenco da peça "Decameron", um grande sucesso nacional, que ficou em cartaz no último final de semana na cidade. George contou ao Blog do Kuelho que "estava aproveitando alguns momentos de folga para conferir a grande festa da diversidade".

Gays, lésbicas, drags, simpatizantes, heteros e famílias inteiras levantaram a bandeira do arco-íris, dizendo não à homofobia.

Mais fotos da 9ª Parada Gay (LGBT) no Blog do Kuelho.

Diário de uma drag queen alagoana

Link: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=211189

Quem são e como vivem as maiores figuras drag queens de Alagoas

Por: Gazetaweb - Daniel Dabasi


Pântala, Paty e Melissa, as drag queens que dominam o mercado alagoano)

Plumas e paetês. Perucas e purpurinas. Salto alto e cinta-liga. Na nécessaire, as maquiagens em tons gritantes de vermelho, rosa, azul e laranja ganham força. O rosto e o corpo, aos poucos, perdem a masculinidade e se transformam na exuberante aparência feminina. Pronto. Abram alas, pois lá vêm elas, as rainhas da noite, as deusas da madrugada.

No alto de suas plataformas, as drag queens foram além do movimento ‘drag’ dos anos de 1960 e passaram a usar as personagens como um meio de vida. Com irreverência e muito humor, elas se tornaram figuras garantidas em grandes eventos alagoanos. Com histórico carregado de muito preconceito e discriminação, muitas conseguiram dar a volta por cima e criaram um meio alternativo de ganhar dinheiro no competitivo mercado de trabalho em Alagoas. Mas, afinal, quem está por trás da maquiagem daqueles que animam as festas alagoanas? Como surgiram e como vivem as drag queens? Prepare-se agora para mergulhar no universo das ‘divas’ da noite.

Os homens vestem-se de mulher desde a época do teatro elisabetano, entre os séculos XVI e XVII, quando as mulheres não podiam participar dos espetáculos teatrais como atrizes. Então, o ator, para representar papéis femininos, exagerava nas maquiagens e nos figurinos, ao tempo em que assumia um tom afeminado na voz. De lá para cá, muita coisa mudou. As mulheres invadiram os palcos e ganharam seu espaço sob a luz dos holofotes. Os homens, entretanto, continuaram a se vestir como elas e passaram a usar o termo drag queen numa espécie de movimento contracultura que surgiu para manifestar repúdio à não-aceitação homossexual e para exaltar a mulher.

Hoje, longe do sentido subversivo ou revolucionário, drag queen se tornou uma profissão. Com suas agendas lotadas de formaturas, casamentos, festas para debutantes e os mais diversos eventos, elas se profissionalizaram e ganharam até mesmo um curso voltado para formação de drag queens, na primeira ‘escola gay’ do país, em Campinas, São Paulo.

Pierre Pellegrine é Pântala Butterfly - Show de irreverência

Antes e depois de Pierre Pellegrine (Foto: Arquivo Pessoal)

O nome dele é Pierre Pellegrinne. Aos 29 anos, o maceioense é formado em publicidade e propaganda, mas é na pele de Pântala Butterfly que encontrou sua principal fonte de renda. Com sua gargalhada marcante e engraçada, Pântala se tornou figurinha carimbada nos principais eventos alagoanos. Mas nem tudo são flores na vida dessa drag que conquistou fãs e espaço no mercado de trabalho. Para assumir o papel, ele conta que tem de enfrentar bastante preconceito. “Como em qualquer área, a gente passa por problemas. Nessa, temos que encarar o preconceito. Por ser um trabalho artístico, muitas pessoas pensam que somos preguiçosos. Outra dificuldade que encontramos é nos relacionamentos. Muita gente confunde e acha que somos daquele jeito 24 horas. Outros pensam que somos mulheres, prostitutas, viciados, mas não é nada disso, eu sou bem tranquilo, levo uma vida normal”, conta.

Em entrevista ao portal Gazetaweb, Pellegrine narrou como se tornou um artista da noite e como foram os primeiros passos percorridos. “Tudo começou quando fui morar em São Paulo. Lá, fui vizinho do ex-BBB Dicésar, que há muitos anos interpreta uma personagem chamada Dimmy Kieer. Com ele, aprendi vários truques de maquiagem, lugares onde se compra os melhores adereços, enfim. Quando voltei para Maceió, coincidentemente, um amigo chamado Robson estava iniciando a carreira como Paty Maionese. (Veja a história de Robson Barros logo após). Comecei, então, a ajudá-lo na produção e maquiagem. Depois segui para Recife, onde morei por um tempo. Ao trabalhar como recreador num hotel em Porto de Galinhas, surgiu a necessidade de animar uma festa para os hóspedes e pediram para que eu me vestisse de mulher. Pronto. De lá pra cá não parei".

Hoje, sua personagem é a principal responsável pelo pagamento do aluguel, do condomínio, da água, da luz, do telefone e da internet. “No começo foi difícil porque precisei investir muito em figurinos, maquiagens, adereços, mas hoje pago minha aposentadoria e levo como uma profissão. No mês de dezembro são tantos eventos que mal conseguimos atender à demanda”, revela Pellegrinne, que já planeja comprar um carro.


Pântala Butterly(Foto: Arquivo Pessoal)

Antes e depois de Robson Barros (Foto: Arquivo Pessoal)

Ele saiu do município de São Miguel dos Campos, distante 60 quilômetros de Maceió, na tentativa de realizar um sonho: fazer teatro. Entretanto, Robson Barros deixou a fantasia de lado para traçar o próprio destino. Criou a personagem Paty Maionese e se transformou na maior referência drag queen em Alagoas.

“No princípio, vim do interior para estudar teatro, mas eu tive que adiar essa vontade diante da dificuldade em viver dessa arte em Alagoas. Então, eu fui obrigado a procurar alguma coisa pra me profissionalizar e que me oferecesse algum sustento. Com isso, surgiu uma oportunidade de trabalhar com carteira assinada numa empresa de eventos. Fui. Um belo dia, uma amiga me chamou para animar um chá de bebê. Coloquei uma peruca, um salto, uma roupa. De lá, começaram a surgir vários convites. Percebi, com isso, que havia grande necessidade no mercado e decidi aproveitar minha teatralidade assumindo o personagem profissionalmente. No início, tive que abandonar o emprego formal porque estava muito difícil conciliar a agenda, mas como sou uma pessoa inquieta, voltei a trabalhar em uma empresa com carteira assinada”, conta.

Distante dos cílios, do blush e do batom, Robson Barros revela que o maior preconceito emerge do próprio mundo GLS. Ele disse que sua mãe e seus irmãos, no começo, estranharam muito, mas que hoje dão até palpites nos figurinos e que a Paty Maionese se tornou no maior orgulho da família.

“Quando fazemos algo com amor, com dignidade, ganhamos o respeito das pessoas. Nunca percebi nenhum tipo de preconceito nas festas que frequento, é mais fácil encontrar reações adversas entre os gays”, revela.

Barros, assim como seu amigo Pellegrine, usa o dinheiro que recebe como Paty Maionese para pagar sua aposentadoria. “Procuro sempre dividir o dinheiro. O que ganho como Robson fica comigo, já o que ganho como Paty, parte vai para investimentos para ela. Sem dúvida, ganho mais com minha personagem. Uma das primeiras coisas que fiz quando comecei a ganhar dinheiro foi tirar meu nome do SPC e hoje já vivo tranquilo”, diverte-se.


Paty Maionese(Foto: Arquivo Pessoal)

Leandro Alves é Melissa Vogue - Top drag

Antes e depois de Leandro Alves (Foto: Arquivo Pessoal)

Quem vê o professor de educação física Leandro Alves, de 24 anos, não imagina que ele assume uma das personagens mais conhecidas do universo GLS em Alagoas: Melissa Vogue. O alagoano começou a trabalhar profissionalmente como drag queen ainda cedo, quando tinha apenas 19 anos. “Sempre fui muito envolvido no lado artístico. Nos eventos da escola, fui muito engajado em atividades artísticas, mas só resolvi criar a personagem quando vi a Paty Maionese e outra drag chamada Laysa Bombom. Elas foram minha inspiração”, conta.

O começo para Leandro pareceu mais tranquilo. A família, segundo ele, resistiu um pouco, mas acabou aceitando numa boa, sem grandes complicações. “Antigamente o preconceito era maior, mas atualmente as pessoas têm a cabeça mais aberta".

Ao contrário dos colegas, a principal fonte de renda de Leandro não parte da personagem. Seu dinheiro vem de sua profissão como educador físico e maquiador. “E eu moro com minha família, isso ajuda".

Ele intitula Melissa Vogue como top drag e explica: “No meio drag existem vários ramos, a exemplo da drag caricata e a top drag. A primeira é o exagero da mulher, já a segunda se aproxima mais dela, buscando traços e comportamento mais modernizados e delicados”.

Mesmo assim, Leandro ressalta que Melissa é uma drag multiuso. “Faço festas para público gay, hetero, enfim. Não dá para ganhar muito dinheiro, mas dá para viver no truque. Embora a gente receba mais com festas voltadas para heterossexuais, o público GLS é mais atencioso, tornam-se fãs, querem chegar perto, tirar fotos”, conta.

Melissa Vogue(Foto: Arquivo Pessoal)

A identidade Drag Queen

Pierre, Robson, Leandro. Jovens que buscam se distanciar de si mesmos para assumir identidades criadas e recriadas a cada nova transformação, ao tempo em que se redescobrem. Nesse jogo de identidades regido pela metamorfose, eles passam pelo processo de socialização como forma de se relacionar e encarar o mundo.

‘Batendo’ suas perucas, as drag queens ultrapassam a ideia de gênero masculino/feminino, e com todo o seu aparato, demonstram a diversidade dos seres, a dicotomia da identidade sexual e sobrevivem, com irreverência e muito brilho, no mundo, onde a sociedade cada vez mais se fragmenta, com cada um buscando a sua ‘tribo’.

Suprema Corte do México aprova adoção por casais gays

Link: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4626165-EI294,00.html

A Suprema Corte do México aprovou hoje a adoção de menores de idade por casais homossexuais no Distrito Federal, onde fica a Cidade do México, capital do país.

No último dia 5, o Supremo mexicano aprovou o casamento gay no Distrito Federal.

Na segunda sessão dedicada ao tema, nove dos 11 juízes do tribunal respaldaram a constitucionalidade da medida, enquanto os outros dois rejeitaram a proposta.

Com a medida, os casais do mesmo sexo do Distrito Federal terão os mesmos direitos para adotar crianças que os casais heterossexuais.

A ação de inconstitucionalidade desestimada hoje foi promovida pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o chefe de Governo do Distrito Federal, Marcelo Ebrard, e a Assembleia Legislativa do Distrito Federal (ALDF), dominada pelo esquerdista Partido da Revolução Democrática (PRD).

Para os dois juízes que se opuseram à adoção por casais gays, Guillermo Ortiz Mayagoitia, presidente do Supremo mexicano, e Salvador Aguirre Anguiano, o casamento era uma instituição anterior à existência da Constituição mexicana e une "permanentemente" um homem com uma mulher para "procriar", o que se rompe com as adoções para casais do mesmo sexo.

Um dos magistrados que apoiaram a medida, José de Jesús Gudiño Pelayo, defendeu a "congruência" entre a decisão de permitir as adoções e a de autorizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo no Distrito Federal mexicano.

Para vários dos juízes a favor das adoções por casais gays, o que há na Constituição mexicana é um compromisso com a defesa da família, independentemente da forma, e apontaram como "discriminatório" que famílias formadas por pessoas do mesmo sexo não tivessem os mesmos direitos que as heterossexuais a respeito das adoções.

Em março passado, entraram em vigor as remodelações do Código Civil que permitem as uniões entre pessoas do mesmo sexo na Cidade do México, as quais foram aprovadas pelo Legislativo da capital mexicana. O Governo mexicano recorreu da decisão por meio da PGR.

Fonte: Terra/Noticias

Escola cria curso de defesa pessoal para gays no interior de SP

Link: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/08/escola-cria-curso-de-defesa-pessoal-para-gays-no-interior-de-sp.html

Curso vai ensinar também a ter controle emocional.
Aulas começam neste fim de semana em Campinas.


Durante o curso, jovens aprenderão a desarmar agressor (Foto: Divulgação/ Escola Jovem LGBT)

A Escola Jovem LGBT, em Campinas, a 93 km de São Paulo, vai oferecer um curso de defesa pessoal gratuito, com duração de três meses, destinado ao público LGBT. As aulas começam neste sábado (14). Uma turma de jovens de 14 a 20 anos vai aprender técnicas para evitar situações de risco e agressões físicas.

O curso é aberto para diferentes públicos e já tem 9 das 10 vagas que foram abertas preenchidas. Entre os inscritos estão mulheres (tanto homossexuais como heterossexuais), travestis e gays. “Os alunos vão aprender a se defender contra pauladas, facadas e socos, além de técnicas de imobilização”, afirma o professor e mestre em artes marciais Paulo Claro, que vai ministrar o curso. “O aspecto preventivo também é fundamental. Eles também vão aprender a ter mais controle emocional. Porque se reagir errado, morre.”

O mais importante do curso, na opinião de Deco Ribeiro, diretor da Escola Jovem LGBT, é que ele vai ajudar a resgatar a autoestima de um público que, às vezes, é vítima de violência gratuita. “Acho que o curso ajuda a despertar no jovem a necessidade de cuidar de si. O jovem que sofre algum tipo de preconceito tende a ter uma autoestima muito baixa e, por isso, fica muito vulnerável. Ele se mete em qualquer furada”, afirma.

Outro aspecto importante do curso é a ênfase dada à necessidade de aprender a escapar de situações de risco. “Mais importante do que saber lutar é saber escapar. Fugir não é só sair correndo. É preciso aprender a identificar o risco”, diz o diretor da escola, que é idenficada como um "ponto de cultura" e recebe verbas do Ministério da Cultura e da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Voltada para jovens homossexuais, ela foi inaugurada no início deste ano.


Para Leandro (de verde), ladrões identificam
homossexuais como 'vítimas fáceis' de suas ações(Foto: Letícia Macedo/G1)

O bailarino e professor de dança Leandro Henrique Ochialini, de 20 anos, sentiu necessidade de aprender a se defender e acredita que o fato de ser homossexual faz com que ele seja considerado pelos ladrões uma vítima mais fácil. “Eles pensam que a gente não tem força e que, por ser gay, não vou saber me defender. Só quero garantir a minha segurança”, diz.

A travesti Juana, de 19 anos, que já foi assaltada quatro vezes está entre os inscritos. “Fui assaltada duas vezes no mesmo mês quase no mesmo lugar. Depois disso eu peguei a mania de ficar sempre olhando para trás para ver se estou sendo seguida. Por isso, a gente tem que ficar esperta”, afirma a estudante do primeiro grau.

Serviço:
Escola Jovem LGBT
Rua José Camargo, 382 - Nova Europa - Campinas
Telefone (19) 3307-3764
E-mail: escola@e-jovem.com

Fonte: G1 Noticia

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